Restaurante Décimo Terceiro em Santa Maria da Feira, Aveiro, 917 278 9

Não passa um mês que não tenha de lá ir comer uma fransesinha ! Por 2s pizzas medias, 1 pequena, alheira, pão de alho, sangria, 2 cafés e um chisqueique pagamos 35 euros. É aconselhando para quem não quer pagar muito dinheiro e comer. O atendimento é espetacular. Boa comida bom ambiente, casas de banho limpas, preço convidativo, otimo atendimento.

Nas brasas, as sekuwa de frango marinado e as de porco gordo confirmam o talento. A experiência ao almoço e ao jantar é diferente e também por isso os menus omakase são apenas servidos à noite, ao balcão. Se o balcão proporciona a proximidade, na sala, muito procurada pela elite lisboeta, fica-se mais recatado.

Sentar-se ao balcão do YŌSO é entrar num ritual omakase sério, com nove momentos de alto nível. Croquetes, pastéis de bacalhau, mousse intensa e vinho a jarro completam o quadro de uma sala cheia de clientela fiel. A grelha a carvão, plantada à janela direita de quem entra, é a oficina da melhor parte de uma ementa que vai rodando em dias mais ou menos fixos.

Numa mesa onde o produto é rei, a simplicidade da matéria-prima serve de base a outros experimentos – sejam eles com sabores do mundo, ou com as últimas técnicas culinárias. A quinta é linda, o serviço espetacular , muita variedade de entradas, bebidas e uma mesa de doces maravilhosa. Comida muito bem confecionada e sobremesas saborosas. Ótimo atendimento, ambiente agradável e uma vista deslumbrante.

SOBREMESAS

Não dispense o croquete, um dos melhores de Lisboa, e o foie gras nas entradas. Luís Gaspar, chef a quem devemos ainda as cartas do Brilhante (mais caro) e o Pica-Pau (mais barato), merece um altar. Com carne de primeiríssima linha, cortes tentadores e uma maturação feita na casa, tudo o que chega à mesa é irrepreensível. Destaque para os wontons em caldo escuro e vibrante, noodles artesanais, elásticos e firmes, em versões com vaca ou tripas, além de pratos frios como a salada de vaca com pepino e coentros. A começar pelo mezze, batalhão de entradas servidas nas cozinhas grega, turca e do Médio Oriente. Num ambiente de caos organizado, de Torre de Babel, é tudo servido com qualidade, eficiência e atenção, até para que nunca falte cerveja na mesa.

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Com umas belas arcadas em pedra a marcar a sala, o espaço foca-se na massa fresca italiana com influências do mundo e sabores do mar. Na ementa, os dumplings chegam à mesa cozidos a vapor ou fritos na frigideira, acompanhados por caldos ricos e outras especialidades que remetem para a gastronomia de rua de Xangai. Das panquecas de marisco aos cortes premium de carne para grelhar na mesa, a grande missão da casa é educar os clientes nos rituais tradicionais, ensinando a saborear cada prato como se estivesse em Seul. Com direcção gastronómica do chef Mário Ribeiro e um engenheiro de formação, João Bivar, a manusear diariamente as facas, o Meiyo quer dar aos amantes do sushi uma experiência mais contemporânea.

  • Sentar-se ao balcão do YŌSO é entrar num ritual omakase sério, com nove momentos de alto nível.
  • Na mais célebre casa das Portas de Santo Antão, tudo acontece à boa maneira antiga, seja ao balcão ou nas mesas do restaurante, apesar de a experiência ser bem diferente.
  • Há quem lhes chame menus executivos e há quem opte pelo velhinho menu de almoço, quase sempre disponível nos dias úteis.
  • É porventura o mais emblemático dos restaurantes com estrela Michelin no país e tudo se deve a José Avillez e à sua equipa perfeitamente alinhada.

Clarita Salão de Chá

Preparámos um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa para quem quer estar constantemente a par do que se passa na gastronomia da cidade. As novidades multiplicam-se de tal forma que, quando descobrimos os restaurantes que abriram nos últimos meses, já temos novas mesas à nossa espera. Veja o que dizem sobre o restaurante Colina, são mais de 2.000 avaliações de clientes satisfeitos. Junte-se a nós e venha conhecer este Restaurante Histórico de Lisboa, que é a segunda casa de muitos portugueses há várias décadas e um ponto de paragem obrigatório para todos aqueles que visitam a cidade e querem provar a verdadeira gastronomia tradicional portuguesa. Os espaços generosos tornam-no igualmente ideal para eventos e convívios, onde se destaca a luminosa e exclusiva sala no primeiro andar, com capacidade para receber confortavelmente grandes grupos de até 60 pessoas. Seja o primeiro a receber na sua caixa de correio as novidades, eventos, ofertas e experiências exclusivas do universo Rocco.

Melhor escolha, a comida, os colaboradores, as decorações, a simpatia para com todos, estava tudo perfeito! Recomendo e desejo que tenham sempre muito sucesso em fazer dos dias especiais, um conto de fadas, como foi o nosso casamento 💒 O espaço é incrível e a equipa é mesmo 5 estrelas. Vim almoçar em família no Restaurante Cruzeiro no dia de Páscoa e a experiência foi simplesmente incrível. Lugar muito agradável para comer, pessoas amigáveis ​​trabalhando lá Ambiente super aconchegante , atendimento excelente , Francesinha Top …

Familiarizado com as tradições culinárias portuguesas, o novo chef tem traçado um caminho de sustentabilidade, ligado sobretudo à sazonalidade dos ingredientes. Daí pode seguir para os pastéis de massa tenra com bacalhau, para o camarão ao alhinho em molho sedoso, para as saladas de polvo com batata doce e de orelha tenra. O Corrupio é pequeno em espaço, mas grande nos sabores. A dupla criou aqui uma cozinha saborosa, de partilha, mas sem fiães sport clube empratamentos mínimos, sem pretensões a bistrô e ainda assim com momentos de genialidade. Depois de ter conquistado Cascais, onde hoje é uma instituição, o Confraria estendeu a sua cozinha japonesa a Lisboa, para onde a equipa de sushimen tratou de trazer as melhores receitas da casa. Este restaurante é um tesouro escondido na Colina de Sant'Ana, talhado por uma equipa cheia de talento.

A fechar, não pode deixar de experimentar o Napoleão, sobremesa de inspiração francesa, montada com elegância na hora. Com apenas oito lugares ao balcão, serve cozinha kaiseki, que tem como pontos fundamentais a sazonalidade e a qualidade do produto. No pequeno restaurante aberto por Tomoaki Kanazawa, que quando regressou ao Japão, em 2017, escolheu Paulo Morais para o seu lugar, o chef homenageia a tradição nipónica como se fosse a sua.

O Flamma é um sítio de espetadinhas, com espírito de neo-boteco, mas a cozinha da chef brasileira, formada no País Basco e há muito em Portugal, não tem geografia, só criatividade e sabor. A carta percorre a gastronomia italiana com espargos sobre ricotta, escalope alla milanese, tártaro alla Veneziana e bruschetta de lardo di Colonnata. A pasta fresca convence à primeira garfada, tal como os ravioli de porco preto com ricotta e molho de tomate.

Tem dois à escolha, um de sete e outro de dez momentos, que vão mudando entre estações. O chef saiu de Chaves há já uns bons anos, mas nunca esquece as raízes. Percebes, amêijoas, camarão, sapateiras, navalheiras, santolas, lagostas… O arroz de marisco é um ex libris da casa e a dose para dois serve três à vontade (daí também o sucesso).